Páginas

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Uma alegria que não tem explicação

2 Coríntios 12.7  a 10: “E, para que não me ensoberbece com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de não me exalte. 

Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.”

Hoje, eu quero falar sobre alegria! Você deve estar se perguntando: O que está passagem tem a ver com este tema?  Calma! Vou te explicar!

Você já viu algum bebê nascendo bêbado? Claro que não! A pessoa se torna um alcoólatra com o tempo. A curiosidade vira prazer, o prazer vira dependência, e a dependência se transforma em um vício. A pessoa bebe quando está triste, para afogar as magoas... Bebe quando está feliz, para comemorar... Bebe quando anoitece, para relaxar... Bebe quando amanhece, para bater ressaca!  Mas, no fundo, é uma fonte de alegria ilusória!

 A alegria é um dom de Deus! A alegria que vem d´Ele não é algo natural! Ela não depende de artifícios, situações e recompensas para se manifestar! Quando estamos cheios do Espírito Santo, ela é constante!

O álcool traz reações e sensações. Não precisa ser muito inteligente para saber quando a pessoa está sob o efeito de bebidas alcoólicas. Ela fica atrapalhada, com os ânimos alterados, tem dificuldades de realizar algumas atividades, e o seu hálito já denuncia!

Da mesma forma, quem está cheio do Espírito Santo têm reações, atitudes e algumas características! São marcas que edificam, abençoam, contagiam, animam, e não causam constrangimentos. A alegria é uma delas!

Você fica alegre quando acorda, porque é mais um dia que o Senhor te deu... Você está alegre ao entardecer, porque Deus já fez grandes realizações, e, ainda, vem muito mais pela frente. Você fica alegre ao anoitecer, porque, mesmo que você tenha enfrentado dificuldades, o Senhor te conduziu em vitória, e você não perdeu a paz!

Você se alegra com as coisas boas, mesmo que sejam simples! Você fica feliz com as coisas ruins, porque a sua alegria está na salvação, na esperança que você tem no Senhor!

Nesta passagem que lemos no começo, Paulo fala sobre o espinho que ele tinha na carne! Um espinho é algo pequeno, mas incomoda, inflama e infecciona.

Paulo orou e clamou por três vezes, para que aquele espinho fosse retirado. Mas Deus foi bem claro: “Não adianta pedir. Eu não vou tirar este espinho, mas eu vou te dar poder, força e autoridade, a tal ponto que ele será insignificante! Você nem vai perceber que ele existe. Este espinho é um propósito que Eu tenho na sua vida!”.

Paulo poderia ficar arrogante com muita facilidade. Aquele espinho, de alguma forma, o limitava, para ele entender que Deus está acima de tudo. Todos os atributos que Paulo tinha foram concedidos pelo Senhor! Paulo dependia de Deus para tudo, e ele não podia se esquecer disso! A soberba poderia destruir seu ministério.

Por incrível que pareça, aquele espinho era uma prova de amor! Da mesma forma, o Senhor faz conosco! Essa luta, esse desafio, essa enfermidade e essa confusão têm um propósito maior! Deus não é déspota, Ele é um Pai de amor!

O amor d’Ele nos conserva e nos preserva! Quando Paulo entendeu isso, tudo ficou mais leve! Existem pessoas que se perdem por causa do dinheiro, por causa da aparência, se perdem na fama... Será que Deus não permitiu que você não alcançasse determinados patamares, porque Ele não te ama, ou por que Ele quer te preservar? Nada dessas coisas que eu acabei de citar são garantia de felicidade!

Aquele espinho era para que Paulo lembrasse que a graça do Senhor bastava! Sabe o que é graça? É um favor imerecido, é viver o inesperado, é viver livramentos, é ter vitórias, mesmo no despreparo, é ter conquistas, antes inatingíveis... é viver o sobrenatural!

Depois daquela experiência, Paulo não foi mais o mesmo. O discurso dele mudou: “Está tudo certo, vou me alegrar nas tribulações e nas guerras, porque nada disso vai me deter; a graça do Senhor está sobre mim... Tudo será efêmero perto da glória de Deus que vai se manifestar!”.

Eu sei bem o que é isso! Eu tenho essa alegria! Essa alegria resistente, insistente, persistente e permanente no meu espírito!

Se você está passando por um dia de perda, de falência, de roubo, de enfermidade, de depressão, de injustiça... que você, assim como Paulo, entenda que é só um espinho! Existem pessoas que, mesmo estando cheias de platinas e pinos pelo corpo, não sentem dor. Existem pessoas que, mesmo sem possuir os membros inferiores, conseguem chegar mais longe do que qualquer outro ser humano. Nós temos tantos atletas paraolímpicos brasileiros que bateram recordes mundiais!

O dinheiro, sua condição social, familiar e física não te limitam, o que te limita são os seus afetos!

Esse espinho é pra te lembrar que a grandeza vem do Senhor. Quando você faz d´Ele o Teu pastor, nada te faltará!


Pense nisso!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Série “Superação”: Superando as perdas

2 Reis 8.1 a 6: “Falou Eliseu àquela mulher cujo filho ele restaurara à vida, dizendo: Levanta-te, vai com os de tua casa e mora onde puderes; porque o SENHOR chamou a fome, a qual virá sobre a terra por sete anos. 

Levantou-se a mulher e fez segundo a palavra do homem de Deus: saiu com os de sua casa e habitou por sete anos na terra dos filisteus. Ao cabo dos sete anos, a mulher voltou da terra dos filisteus e saiu a clamar ao rei pela sua casa e pelas suas terras. 

Ora, o rei falava a Geazi, moço do homem de Deus, dizendo: Conta-me, peço-te, todas as grandes obras que Eliseu tem feito.

Contava ele ao rei como Eliseu restaurara à vida a um morto, quando a mulher cujo filho ele havia restaurado à vida clamou ao rei pela sua casa e pelas suas terras; então, disse Geazi: Ó rei, meu senhor, esta é a mulher, e este, o seu filho, a quem Eliseu restaurou à vida. Interrogou o rei a mulher, e ela lhe contou tudo. 

Então, o rei lhe deu um oficial, dizendo: Faze restituir-se-lhe tudo quanto era seu e todas as rendas do campo desde o dia em que deixou a terra até agora.”

Como abordamos nos últimos dias, a mulher sunamita, ao abrir um espaço de sua casa para receber o profeta Eliseu, viveu uma série de superações. Hoje, para encerrar a nossa série, eu vou abordar a restituição que ela e a família, milagrosamente, viveram. 

Depois de vencer a esterilidade, vencer a morte, vencer a amargura, depois de ver, no local que ela construiu para o profeta, tantos milagres aconteceram, aquela mulher recebeu uma péssima notícia do profeta Eliseu: “Haverá um período de sete anos de fome e escassez. Por isso, você e toda a sua família devem morar, neste período, em outro lugar!”.

Ela não pensou duas vezes e fez exatamente o que aquele homem de Deus havia orientado. Foram sete anos de perdas. Foram sete anos de produtividade zero!

Aquela mulher poderia ter pensado: “Que palavra de Deus é essa? Como assim? Pensei que o Senhor só trouxesse boas notícias. Agora, para não ter tantas perdas, vou ter que ir embora, deixar minha casa!”.

Se ela tivesse optado em ficar, seria muito pior. Além de perder tudo, a mulher sunamita não seria restituída.

A gente tem falado muito sobre isso! Os tempos são difíceis, mas quem tiver uma aliança com Deus viverá grandes livramentos. Mas é claro que só vive livramentos quem passa – ou está prestes a passar – por situações difíceis. Isso é fato!

O povo de Deus viveu um grande livramento quando os umbrais de suas portas foram marcadas pelo sangue de um cordeiro (Êxodo 12). Aquela oferta trouxe proteção.

Espiritualmente, nossas ofertas e nossa vida de entrega e santidade também clamam no altar de Deus! A mulher sunamita abriu sua casa para aquele profeta, que a preparou para um tempo muito difícil. Imagine se ela não tivesse aquela palavra para orientá-la? Como seria? Com certeza, um desastre.

Ela sabia que seriam anos difíceis, mas ela também sabia que Deus não a deixaria desemparada. Com certeza, ela e a família tiveram uma porção diária. Eles tinham o suficiente para sobreviver.
Quando você crê no Senhor e nos seus profetas, assim como está escrito em 2 Crônicas 20.20, o Senhor cria uma situação para que você tenha uma restituição dobrada, triplicada, quadruplicada... sete vezes mais de tudo o que você perdeu.

A superação daquela mulher era saber esperar com paciência no Senhor, saber, inclusive, conviver com as perdas materiais, mas sem deixar de perder a fé, as forças, o ânimo... Durante sete anos, ela teve que conviver com as perdas, mas sem se perder no meio do caminho... Ela teve que conviver com as perdas, mas ganhou forças, ganhou fé, ganhou esperança... Cada dia era um dia a menos. Cada mês era um mês a menos. Cada ano era um ano a menos. Ela cumpriu cada ciclo com o coração grato! Cada dia, mês e ano que passava, ela estava mais perto de viver a restituição!

Este poder de superar cada segundo de espera veio do Senhor! Veio da certeza de que aquele que começou a boa obra em sua vida era também fiel para completá-la. Aquela mulher escolheu passar aqueles sete anos da melhor maneira possível. Em vez de lamentar, esperou no Senhor!

Depois dos sete anos, a sunamita foi em direção ao rei para clamar pela sua restituição. Naquele dia, coincidentemente, Geazi, ajudante de Eliseu, estava justamente contando para o rei a história dela. Sabe o que aconteceu? Ela foi restituída de tudo o que perdeu e de tudo o que deixou de produzir naqueles sete anos. Foi muito além do que ela esperava!

Se você for fiel como aquela mulher, você vai superar o dia das perdas, porque o dia da restituição já está marcado! Será muito além do que você pediu, pensou ou imaginou.

Quero finalizar a mensagem de hoje com Gálatas 6.9: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”.


Pense nisso!

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Série “Superação”: Superando a amargura

Hoje, vou dar continuidade à série “Superação”. A nossa inspiração é a história da mulher sunamita, aquela que, junto com o marido, abriu as portas de sua casa para hospedar o profeta Eliseu.

Agora, no terceiro capítulo, eu vou mostrar como ela superou a amargura.

Eu conheço muitas pessoas que têm uma condição social muito boa, mas são extremamente amargas. Ao longo de sua caminhada, elas foram feridas, exploradas e vítimas de pessoas falsas, interesseiras e desleais. Muitas, inclusive, foram tão machucadas, que acabaram perdendo a sensibilidade. Tornaram-se críticas, céticas e incapazes de enxergar o sofrimento alheio.

A mulher sunamita tinha uma condição social elevada, mas não era completa. Ela e o marido tinham uma grande frustração: não podiam ter filhos. Mas, mesmo assim, ela não deixou seu coração ser dominado pela amargura. Pelo contrário, ela era grata e generosa, a ponto de construir um quarto dentro de sua casa para receber o profeta Eliseu. Foi uma obra grande porque, naquela época, as pessoas habitavam em tendas.

Sem saber, aquela doação fez com que ela superasse a amargura, a frustração, as cobranças da sociedade e a esterilidade. Ela não deixou que nada a afastasse do amor de Deus.

É o que Paulo diz em Romanos 8.38 e 39: “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”.

As tribulações, a angústia, a fome, as perseguições, as necessidades, as carências, as ameaças, a violência e os sonhos frustrados só podem nos afastar de Deus se a gente permitir.

Aquela mulher tinha o coração aberto: “Eu posso não ter filhos, mas Deus me deu força, graça e recursos para eu suprir sua obra. Talvez, no meu ventre, eu não possa gerar vida. Mas eu posso gerar de outra forma. Com a minha entrega, muitas pessoas serão restauradas e abençoadas. Hospedando Eliseu, eu vou contribuir para que a voz profética chegue a outros lugares.”.

Ela não fez daquela situação o deus dela. O mundo pode dizer: “Você não vai ser feliz, porque ainda não casou!”, “Você não vai ser feliz, porque não tem dinheiro!”, “Você não vai ser feliz, porque está desempregado!”. Mas isso é mentira. A felicidade é uma escolha. Existem pessoas que têm tudo, absolutamente tudo – casa, dinheiro, marido, filhos... –, mas vivem presas em uma cama de depressão. Não têm paz, precisam tomar remédio até pra dormir. Somente, em Deus, somos completos e realizados de verdade, ainda que a gente não tenha tudo.

A sunamita entendeu isso. Ela não deixou o fato de ela não ter filhos tirar o brilho dos seus olhos. Ela não deixou aquela frustração a tornar uma pessoa pesada, maledicente e egoísta. 

Aquela oferta quebrou toda a esterilidade da casa dela. Aquela oferta trouxe a ressurreição, quando a morte bateu em sua porta. Aquela oferta trouxe a reversão, quando a má notícia chegou. Aquela oferta trouxe a restituição (nos próximos textos, vou falar sobre isso).

Que o exemplo dela seja uma inspiração e te ensine a superar os seus impossíveis. Aproveite o que você tem. Sabe, eu gosto muito de artesanato, porque com um pouquinho de cada coisa você consegue construir algo extraordinário. Mesmo que você tenha pouco, é o suficiente para Deus realizar uma obra maravilhosa.

Não deixe mais que este sonho inatingível – aos seus olhos – te afaste do único que pode te ajudar. Sabe qual foi o segredo daquela mulher? Abrir um espaço na família dela para aquele homem de Deus.

Daquele quarto que ela construiu para o profeta, saiu a palavra que quebrou a esterilidade. Daquele quatro, saiu a palavra que trouxe ressurreição. 

Receba este poder e autoridade para continuar servindo a Deus, a apesar de tudo! Receba agora consolo para você passar por este momento da melhor maneira possível. Que a graça do Senhor te sustente até que a reversão, o milagre, a ressurreição e a restituição se manifestarem na sua vida.


Pense nisso!

terça-feira, 26 de julho de 2016

Série "Superação": Superando as más notícias

Hoje, no segundo capítulo da série “superação”, eu quero continuar contando a história da mulher sunamita, aquela que, junto com o marido, abriu as portas de sua casa para hospedar o profeta Eliseu.

No primeiro texto, eu falei sobre a cura da esterilidade que aquele casal viveu, fruto de uma palavra profética. Depois de um ano, conforme Eliseu havia determinado, a mulher sunamita deu à luz. Os anos passaram, e aquela criança cresceu cheia de saúde. Ela trouxe muitas alegrias para aquela família e trabalhava ao lado do pai. Mas, certo dia, ela morreu subitamente, conforme descreve o texto abaixo:

2 Reis 4. 18 a 37: “Tendo crescido o menino, saiu, certo dia, a ter com seu pai, que estava com os segadores. Disse a seu pai: Ai! A minha cabeça! Então, o pai disse ao seu moço: Leva-o a sua mãe. Ele o tomou e o levou a sua mãe, sobre cujos joelhos ficou sentado até ao meio-dia, e morreu. Subiu ela e o deitou sobre a cama do homem de Deus; fechou a porta e saiu. Chamou a seu marido e lhe disse: Manda-me um dos moços e uma das jumentas, para que eu corra ao homem de Deus e volte.

Perguntou ele: Por que vais a ele hoje? Não é dia de Festa da Lua Nova nem sábado. Ela disse: Não faz mal. Então, fez ela albardar a jumenta e disse ao moço: Guia e anda, não te detenhas no caminhar, senão quando eu to disser. Partiu ela, pois, e foi ter com o homem de Deus, ao monte Carmelo. Vendo-a de longe o homem de Deus, disse a Geazi, seu moço: Eis aí a sunamita; corre ao seu encontro e dize-lhe: Vai tudo bem contigo, com teu marido, com o menino? Ela respondeu: Tudo bem.

Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, abraçou-lhe os pés. Então, se chegou Geazi para arrancá-la; mas o homem de Deus lhe disse: Deixa-a, porque a sua alma está em amargura, e o Senhor mo encobriu e não mo manifestou. Disse ela: Pedi eu a meu senhor algum filho? Não disse eu: Não me enganes? Disse o profeta a Geazi: Cinge os lombos, toma o meu bordão contigo e vai. Se encontrares alguém, não o saúdes, e, se alguém te saudar, não lhe respondas; põe o meu bordão sobre o rosto do menino. Porém disse a mãe do menino: Tão certo como vive o Senhor e vive a tua alma, não te deixarei. Então, ele se levantou e a seguiu.

Geazi passou adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto do menino; porém não houve nele voz nem sinal de vida; então, voltou a encontrar-se com Eliseu, e lhe deu aviso, e disse: O menino não despertou. Tendo o profeta chegado à casa, eis que o menino estava morto sobre a cama. Então, entrou, fechou a porta sobre eles ambos e orou ao SENHOR. Subiu à cama, deitou-se sobre o menino e, pondo a sua boca sobre a boca dele, os seus olhos sobre os olhos dele e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e a carne do menino aqueceu.

Então, se levantou, e andou no quarto uma vez de lá para cá, e tornou a subir, e se estendeu sobre o menino; este espirrou sete vezes e abriu os olhos. Então, chamou a Geazi e disse: Chama a sunamita. Ele a chamou, e, apresentando-se ela ao profeta, este lhe disse: Toma o teu filho. Ela entrou, lançou-se aos pés dele e prostrou-se em terra; tomou o seu filho e saiu.”

Como eu disse anteriormente, a superação da mulher sunamita começou no dia em que ela entregou a oferta que Deus precisava. Hoje, eu vou falar sobre outro móvel que ela colocou no quarto do profeta: a cama!

Naquela cama onde o profeta repousava e renovava suas forças, ela colocou seu filho morto. Aquela mulher chegou a questionar: “Por que Deus me deu um filho? Para eu me alegrar durante alguns anos e, depois, perdê-lo? Era melhor nem ter dado à luz!”.

Sabe, quem nunca teve um filho pode até se sentir mal, pois nunca teve a alegria de tê-lo em seus braços, mas nada se compara à dor de quem já teve e acabou perdendo.

Hoje, eu quero te perguntar: Aonde você tem colocado essa área que está morta? Você tem alguma oferta que tem clamado por ela no altar? Sabe, o fato de você não saber o que fazer não quer dizer que você não tenha para onde ir. O fato de você não estar enxergando solução não significa que você não tenha um rumo a seguir!

Quando a gente tem para onde ir, quando a gente tem um profeta a quem a gente possa recorrer, quando a gente pertence à igreja, por mais que estejamos passando pelo vale da sombra da morte, no final, o nosso destino será a ressurreição. Porque a autoridade entra no quarto da morte com uma palavra de vida, ora, se derrama e só sai de lá quando houver transformação. Foi desta forma que aquela mulher superou a má notícia. Foi desta forma que aquela mulher superou a morte.

Se você tem se deparado com um cenário de morte no seu casamento, no seu trabalho, na sua saúde, nos seus sentimentos, venha renascer em Cristo! Venha receber uma palavra profética que vai transformar este vale de ossos secos em um campo florido.

Quando você tem um memorial diante de Deus, uma autoridade espiritual sobre sua vida, Deus te dá graça e poder de superação! Poder para superar situações que estão vivas para todo mundo, menos para você.  Lembre-se de que, nesta batalha, você não está sozinho!

Depois de morto, Jesus deixou apenas uma mensagem: “Estejam reunidos!”. A igreja foi estabelecida pelo Senhor, e, contra ela, as portas do inferno não prevalecem!

Venha receber restituição, reversão, aprender a caminhar, e receber o sentimento que te coloca como um supridor para o milagre de ressurreição que você viverá lá na frente.

Aquela mulher nunca poderia imaginar que a cama que ela entregou para o profeta seria o lugar da ressurreição do seu filho.


Pense nisso! 

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Série “Superação”: Superando o impossível

No programa “De Bem com a Vida”, da Rede Gospel de Televisão, ao longo da semana passada, o quadro “Pensamento do Dia” foi dedicado ao tema “superação”. 

Depois de muitos pedidos, eu decidi também passar este conteúdo em formato de texto.

A superação sempre envolve um grande desafio. Mas, antes de qualquer coisa, precisamos entender que, para ultrapassarmos limites, precisamos nos fortalecer em Deus.

Existem áreas das nossas vidas que fomos tão derrotados, que nem aguentamos tocar no assunto. Mas precisamos nos abrir, porque Deus tem, sim, uma palavra que pode transformar qualquer situação. Se você acolher esta verdade, de todo o coração, o milagre que você tanto tentou, mas não conseguiu, vai se manifestar.

Somente no Senhor, podemos ter vitórias onde só tivemos derrotas, ainda que todos os recursos humanos tenham se esgotado.

Nas Escrituras Sagradas, existem muitos casos de superação, mas, neste e nos próximos textos, eu quero focar na história da mulher sunamita.

Vamos começar, meditando em 2 Reis 4.8 a 17: “Certo dia, passou Eliseu por Suném, onde se achava uma mulher rica, a qual o constrangeu a comer pão. Daí, todas as vezes que passava por lá, entrava para comer. Ela disse a seu marido: Vejo que este que passa sempre por nós é santo homem de Deus. Façamos-lhe, pois, em cima, um pequeno quarto, obra de pedreiro, e ponhamos-lhe nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro; quando ele vier à nossa casa, retirar-se-á para ali.

Um dia, vindo ele para ali, retirou-se para o quarto e se deitou. Então, disse ao seu moço Geazi: Chama esta sunamita. Chamando-a ele, ela se pôs diante do profeta. Este dissera ao seu moço: Dize-lhe: Eis que tu nos tens tratado com muita abnegação; que se há de fazer por ti? Haverá alguma coisa de que se fale a teu favor ao rei ou ao comandante do exército? Ela respondeu: Habito no meio do meu povo. Então, disse o profeta: Que se há de fazer por ela? Geazi respondeu: Ora, ela não tem filho, e seu marido é velho.

Disse Eliseu: Chama-a. Chamando-a ele, ela se pôs à porta. Disse-lhe o profeta: Por este tempo, daqui a um ano, abraçarás um filho. Ela disse: Não, meu senhor, homem de Deus, não mintas à tua serva. Concebeu a mulher e deu à luz um filho, no tempo determinado, quando fez um ano, segundo Eliseu lhe dissera.”

Mesmo com toda a vergonha que ela vivia – já que uma mulher rica de verdade, além de ter posses, tinha que ter muitos filhos –, ela foi movida por uma sensibilidade e entregou uma oferta. Ela abriu sua casa para o profeta Eliseu.

Por que ela não tinha filhos? Na Bíblia, está escrito que o marido dela já era idoso, ou seja, eu acredito que tratava-se de um caso de esterilidade masculina.

Mesmo assim, aquela mulher não se revoltou. Mas eu imagino as dificuldades que ela deve ter enfrentando, principalmente por causa das cobranças da sociedade e comentários maldosos. Apesar de ela ter muito dinheiro, as melhores roupas, os sapatos mais caros, e ter feito viagens luxuosas, era nítido o fato de ela não ter alegria na área íntima com o marido.

Eu fico imaginando como eram todas as saídas aos mercados, à casa de parentes e festas. Com certeza, ela se deparava com muitas mulheres grávidas, acompanhadas e felizes. Ela olhava para os lados e via uma alegria que, aos olhos humanos, para ela, era inatingível.

Nosso trabalho não é vão

Mesmo tendo que carregar, durante anos, aquela frustração, a mulher sunamita tinha um coração grato e generoso, características de uma verdadeira mulher mais que vencedora.

Ela hospedou, em sua casa, o profeta Eliseu. E não fez só isso. Providenciou tudo para que ele tivesse conforto e segurança. Era um lugar onde ele poderia repousar, preparar as ministrações, meditar na Palavra de Deus... ou seja, tudo, absolutamente tudo o que ele precisava para cumprir sua missão. Ela providenciou para ele uma cama aconchegante, uma mesa, para que ele pudesse fazer suas refeições, e um candeeiro, para caso ele precisasse estudar à noite.

Ela nem imaginava que aquela oferta a habilitou a viver um grande milagre, uma verdadeira história de superação! Habilitação é ter um memorial diante de Deus. É quando as nossas obras clamam por nós!

Com aquele candeeiro, a sunamita – que não podia dar à luz – providenciou luz para aquele homem de Deus. Eliseu, muito agradecido, disse: “Eis que tu nos tens tratado com muita abnegação; que se há de fazer por ti? Haverá alguma coisa de que se fale a teu favor ao rei ou ao comandante do exército?”. E aquela mulher disse que estava tudo bem. Mas Geazi se atentou ao detalhe de que ela não tinha filhos. O profeta, então, afirmou: “Por este tempo, daqui a um ano, abraçarás um filho!”.

Aquela profecia foi como uma paulada na mulher sunamita: “Não, meu senhor, homem de Deus, não mintas à tua serva!”. Eu acredito que ela deve ter pensado: “Como ter filhos, se nem contato íntimo meu marido e eu temos? Eu não tenho como acreditar nesta palavra!”.

Sabe, aquela mulher precisava superar todos os dias de choro, frustração e vergonha. Ela tinha que superar o fato de que, mesmo sendo bondoso, amoroso e generoso, seu marido não poderia dar o que ela mais desejava. Era um milagre difícil de acreditar porque não envolvia só ela, mas seu esposo também. Eu imagino que a sunamita deve ter pensado: “Será que meu marido vai morrer, e eu terei um filho com outro? Não, de jeito nenhum! Prefiro tudo como está!”.

Ela precisava entender que o milagre seria completo, que aquela palavra a livraria daquilo que lhe era mortal. Era uma palavra que veio de Deus! Ela, sem saber, tinha habilitação para viver aquele milagre.

Quantas vezes, nos textos, nas ministrações, na TV, na rádio, nós falamos sobre a importância de termos votos no altar, são um memorial que nós construímos diante de Deus. É um ato de fé, acompanhado de muita oração!

Talvez, você esteja lendo este post no hospital e esteja pensando: “Para mim, é o fim da linha. Eu não consigo enxergar um caminho de cura! O câncer voltou subitamente. Estou com metástase!”. É para você mesmo essa palavra!

O fato de todos os recursos humanos terem se esgotado na terra não quer dizer que os recursos estão esgotados no céu. Para Deus, sempre existe um caminho. Esvazie-se agora de tudo o que tem te impedido de andar pela fé. Olhe para esta barreira “intransponível”, estenda a mão e declare: “Em nome de Jesus, eu sou mais que vencedor! Eu não vou mais caminhar por aquilo que vejo ou por aquilo que já vivi, eu vou andar pela fé! Senhor, que se cumpra em mim a tua palavra!”.

A mulher sunamita, ao superar todas as suas impossibilidades, também trouxe cura, honra e alegria para seu marido. Em um ano, assim como disse o profeta, ela deu à luz um lindo e saudável bebê. Um novo tempo foi inaugurado para aquele casamento.

Assim como ela, supere todas as suas crises, barreiras, frustrações e questionamentos! Deseje ter vitória onde, aos olhos humanos, não há possibilidade! Receba este poder de superação e levante-se para viver todas as promessas do Senhor!


Pense nisso! 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Quem procura culpado não encontra solução

Lamentação 3: 21 “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.”

Sabe, eu tenho uma experiência muito forte com este versículo. Era uma situação em que eu estava enfrentando de muita angustia, amargura e depressão. Aparentemente, não tinha justificativa para eu estar assim. Minha família estava muito bem, meus filhos cheios de saúde, eu vivia, alias, vivo até hoje com o homem que eu amo!

Busquei de diversas formas entender a origem daquela dor. Até que decidi buscar respostas no Senhor. Orei, clamei e tive uma experiência muito forte com a Palavra de Deus, que transformou a minha forma de pensar e, por consequência, meus sentimentos.

Hoje, eu quero te perguntar: Será que estes pensamentos que você está nutrindo podem mesmo te ajudar?

Sabe, foi esta a chave que eu encontrei em Deus: só pensar naquilo que pode me ajudar e me fortalecer.

Aqueles pensamentos que não te ajudam, deleta! Pense em solução, não nos problemas!

Quando você viver alguma situação difícil, lembre-se do quanto Deus já te abençoou, das orações atendidas, dos livramentos, de todas as vezes que você achou que não daria certo, mas deu!

Sabe qual é a origem da amargura? As lembranças ruins que, sem perceber, nós nos condicionamos a reviver. Acabamos nos sentindo do mesmo jeito! É daí que vem o ressentimento.

Vou citar um exemplo! Quando alguém te trai, você “perdoa”, aceita aquela pessoa de volta, os anos passam, mas, dentro de você, nada mudou! Fale a verdade: parece que você está sendo traído todos os dias. Aquela dor te consome, e você não consegue se conter... Daí, vêm as brigas, as indiretas... A desconfiança é maior que o perdão. Você nem dá oportunidade de a pessoa mostrar que está arrependida.

Sabe, isso é uma prisão emocional! O inimigo se aproveita disso e começa a colocar situações que te deixam mais atormentado ainda. Em nome de Jesus, isso está quebrado na sua vida! Você é livre para ser feliz, para amar e ser amado!

Quero deixar outro conselho para você! Procure uma igreja. Em Mateus 16: 18, está escrito que contra a igreja as portas do inferno não prevalecem.

A igreja é um ambiente de fé, em que todos buscam o mesmo propósito. Não importa se é gordo, magro, alto, baixo, criança, adulto, rico, pobre... todos têm o mesmo objetivo: alcançar, pela fé, e se encher da graça de Deus.

Saia dos ambientes de acusação! Busque ambientes favoráveis ao milagre.

Quero voltar à questão do ressentimento. Sabe o livro de Lamentações? Foi escrito pelo profeta Jeremias, em um momento de muita dor e, ao mesmo tempo, com a preocupação de cuidar do restante do povo, que sobreviveu à destruição de Judá, por Nabucodonosor, rei da Babilônia.

Jeremias estava arrasado com a invasão de Nabucodonosor, rei da Babilônia, mas o Senhor disse-lhe: "Traga à lembrança aquilo que te dá esperança!".

Hoje, você vai tomar uma posição! Vai dar um basta nestes sentimentos e pensamentos destrutivos.

Curtir e cultivar essa amargura só vai trazer enfermidade para sua vida. Você sabia que a mágoa pode provocar câncer? Isso é cientificamente comprovado!

Você não será mais uma pessoa doente, pelo contrário, vai reavivar sua fé, sabendo que Deus vai te justificar!

Em vez de lamentações, você terá em seus lábios cânticos de alegria! Em vez de procurar culpados, você vai buscar a solução, que está em Jesus Cristo.


Pense nisso!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Confie nos propósitos de Deus

Colossenses 1.9 e 10: “Por esta razão, também nós, desde o dia que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transborde de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus.”.

Quando você conhece qual é a vontade de Deus para sua vida, o medo desaparece. Quando você sabe qual é a vontade de Deus para sua vida, nenhum sacrifício é pesado, principalmente, porque ele faz parte do que você quer alcançar.

É ilusão acharmos que sem o mínimo esforço conquistaremos algo. Por exemplo, se você quer ter conhecimento, não tem segredo, você precisa estudar, se matricular em uma escola, ou em uma faculdade e separar um tempo para esse investimento valer a pena.

Se você quer emagrecer, tem que ter disciplina, procurar um nutricionista, fazer uma dieta adequada, praticar um esporte...

Qualquer meta que você queira atingir requer um investimento. O próprio Deus investiu em nós, seres humanos, quando entregou seu próprio filho, Jesus.

A vontade do Senhor envolve crescimento e desenvolvimento, para que nós possamos alcançar Sua imagem e semelhança.

Quando você tem consciência de que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável, mesmo que ela envolva um determinado sacrifício, as lutas, as guerras e as adversidades tornam-se leves e momentâneas.

O propósito de Deus é nos tornar maduros e livres de todo o mal.

Essa enfermidade veio para que você conheça o poder de cura que há no sangue de Jesus e, principalmente, para que você desenvolva a sua fé!

Essa guerra que você está enfrentando tem um propósito!

Davi enfrentou guerras, porque as riquezas que Israel precisava estavam nas mãos do inimigo. Davi passou por situações desgastantes, por dificuldades, precisou ter disciplina, treinar, lidar com as afrontas dos seus adversários e correu risco de morte.

Essa guerra que você está enfrentando na sua casa é para que você conquiste os tesouros que você precisa para ter um lar feliz!

No caso das mulheres, para que elas adquiram sabedoria e equilíbrio para lidar com as situações de crise, e não enlouqueçam a todos com os seus chiliques.

Em relação aos homens, as guerras acontecem para que eles aprendam a assumir a posição de sacerdote do lar, aquele que transmite confiança e segurança para o restante da família.

Mude suas prioridades. Em vez de ficar se comparando aos outros, busque saber qual é o propósito de Deus para sua vida! Busque viver, em cada situação, a vontade d´Ele.


Pense nisso!