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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Quando colocamos tudo a perder!

Hoje, eu quero falar com vocês sobre ansiedade! Eu vou usar como base uma das parábolas de Jesus mais conhecidas, a do Filho Pródigo.

Lucas 15:11 a 32 “ Continuou: Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.

Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores. E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.

O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos; porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se. Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo. E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde.

Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo.  Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos; vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado. Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu. Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.”


A culpa sempre traz ansiedade e preocupação. É uma verdadeira loucura!

De repente, você não se deu conta do casamento abençoado que você tinha e, por causa de uma ilusão, jogou tudo para o alto... De repente, você não se deu conta da importância do ministério para a sua vida e, por causa de alguns conflitos, abandonou tudo... De repente, você não se deu conta do emprego abençoado que você tinha e, por causa de um descontentamento, saiu chutando o balde...

Diversas situações nos trazem sentimentos de culpa, mas sabe de uma coisa? Só sentimentos de culpa não te levam para lugar algum... Como eu havia citado anteriormente, eles ainda vêm acompanhados pela ansiedade! É um tormento descomunal!

A culpa ter faz sentir indigno de se aproximar de Deus. Você acaba se projetando no mal. Para você, é o fim da linha!

O sentimento de culpa precisa produzir em você o arrependimento. O arrependimento começa quando você para de se justificar: “Errei por causa disso!”...  “Errei por causa dele!”... “Errei por causa daquilo!”... “Fui enganado!”...  Mas você errou e ponto!

Seja prático: “Senhor, errei! Lave-me com o Teu sangue. Tenha misericórdia da minha vida. Senhor, me dê graça e forças para voltar!”.

Você errou como: mentindo, roubando, se prostituindo, prejudicando seu colega de trabalho? Então, é isso que você vai falar!

O arrependimento começa quando assumimos os nossos erros e confessamos ao Senhor. O próximo passo é ter atitudes de arrependimento!

Aquele jovem se humilhou para o pai. Sabe, muitas vezes, a gente subestima o poder da graça e do amor! Quem deu seu único filho já se entregou faz tempo. Na Palavra, está escrito que aquele que não poupou seu único filho, como não nos dará, junto com o Espírito Santo, todas as coisas? Não é só ser restituído, mas é receber uma transformação completa!

É ser transformado para não cair mais neste abismo e fazer deste erro uma oportunidade de ser restaurado, transformado e restituído.

Aquele moço assumiu seus erros e se humilhou: “Eu quero voltar, mas eu não mereço ser tratado como filho. Trate-me como um servo! Perdão, pai!”.

Sabe o que aconteceu? O pai o recebeu de braços abertos e com uma grande festa.

Aquele jovem recebeu roupas novas e um anel de autoridade! Autoridade para não cair mais, autoridade para assumir seus erros e autoridade para vencer a culpa!


Livre, perdoado e restituído, você passa a ter certeza de um futuro abençoado! 

Pense nisso!